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Proposta Pedagógica do Projeto PlayMais® Educacional

01 de junho de 2018 , por PlayMais(R)

Proposta Pedagógica PlayMais Educacional (Download PDF)

Proposta Pedagógica do Projeto PlayMais® Educacional

Há consideráveis avanços nas Políticas Públicas da União no sentido de se investir no sistema educacional, com iniciativas inovadoras e resultados substanciais, como podemos observar por meio do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) nos últimos anos. Porém, face às demandas sociais e educacionais, reafirmamos a necessidade de estratégias e materiais/recursos capazes de superar os limites de ordem objetiva e subjetiva que se apresentam cotidianamente no interior das instituições educativas e, com isso, maximizar os níveis de aprendizagem em todas as áreas do conhecimento, devendo atuar enquanto instrumentos de apoio à atuação docente com vistas à efetividade em relação ao disposto nos artigos 2º e 22 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Plano Nacional de Educação, particularmente em seu artigo 2º e incisos (BRASIL, 1996; 2014).

O Projeto PlayMais® Educacional tem como objetivos: possibilitar o aprimoramento das práticas educativas e organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, potencializar a aprendizagem dos escolares nesses níveis de Educação, a fim de elevar os Indicadores Educacionais nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Tais objetivos alinham-se às demandas da sociedade brasileira, materializadas na nova Base Nacional Comum Curricular, homologada em 2017.

A justificativa para este projeto é fundamentada a partir de textos normativos, indicadores sociais e educacionais, estudos e publicações acadêmicas nacionais e internacionais, comprovando a necessidade do aprimoramento das práticas educativas e atuação docente nos diferentes níveis de ensino que compõem a Rede Básica. Os Materiais/Recursos Didáticos devem ser capazes de expressar o que há de mais elaborado nas diferentes áreas do conhecimento científico.

Os desafios que se apresentam aos Professores e Equipes Pedagógicas das instituições educativas – de Educação Infantil e Ensino Fundamental – constituem na superação das limitações objetivas e subjetivas que permeiam a comunidade em que estão inseridos, oportunizando aos escolares compreender seu entorno e poder avançar no processo de apreensão do conhecimento cientificamente sistematizado. Isso pressupõe tornarem-se membros ativos e altivos na sociedade, aptos a desenvolver habilidades para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania, conforme deliberam os documentos norteadores da Educação Nacional (BRASIL 1988; 1996; 2017).

Compreendemos, desse modo, que os Materiais/Recursos Didáticos devem ser os mais elaborados existentes para aquisição e de melhor qualidade técnica e pedagógica, disponíveis tanto às crianças como aos professores e coordenadores. Entendemos que devem ser escolhidos com absoluto rigor, a fim de que possam, verdadeiramente, mobilizar e sensibilizar professores e escolares para o entusiasmo com o processo de ensino e aprendizagem. Essa organização sistematizada favorecerá a compreensão de conteúdos específicos e o desenvolvimento de habilidades humanas, dentre as quais podemos mencionar a memória, atenção, concentração, linguagem, imaginação e criação, e as realizações didáticas. A isso somamos a necessidade de contemplar a capacidade intelectual afeta à linguagem matemática, que pode ser favorecida por meio do emprego de Materiais/Recursos Didáticos. Nesse sentido, entendemos que os recursos didáticos adequados podem determinar o desempenho satisfatório em diferentes áreas do conhecimento, independentemente da idade da criança e da região geográfica em que esteja inserida.

Com estratégias e recursos adequados é possível levar os estudantes a estágios cada vez mais avançados de aprendizagem e desenvolvimento, como propõem os escritos expressos nas elaborações pedagógicas afetas à Psicologia e Educação e, de igual modo, os documentos normativos e orientadores emanados do Governo Federal.

Nesse sentido, é possível afirmar que a habilidade para realizar realizações didáticas com os brinquedos ou superar desafios propostos pelos jogos, além dos conteúdos propriamente ditos, pode favorecer o aprimoramento da coordenação motora, raciocínio, capacidade de planejamento e outras condutas ou aprendizagens relacionadas ao desenvolvimento infantil.

Os Recursos Didáticos e de excelente qualidade – técnica e pedagógica – expressam em si motivos e alegrias para querer aprender, efetivar o desenvolvimento intelectual dos estudantes dos primeiros anos até idades mais avançadas, o que significa assinalar as crianças podem estabelecer comparações, elaborar impressões, interpretar e superar conflitos e ainda elaborar hipóteses que podem ou não ser comprovadas com determinadas ações advindas das composições de brinquedos, instrumentos musicais, objetos de trabalho, representação de personagens, expoentes das artes plásticas visuais e literárias. Devemos enfatizar ainda as maquetes e representação de localidades turísticas do Brasil e de outros países; reapresentação de conteúdos afetos à Ciência, linguagem escrita e linguagem matemática.

O desafio, nessa proposta educacional, é incorporar as necessidades, interesses e potencialidades das crianças, com respeito aos padrões e valores da cultura e da sociedade em que elas se encontram, e ao mesmo tempo ampliar permanentemente as fronteiras de seu universo, de sua realidade imediata em favor de uma Educação criadora e criativa para todos, ou seja, uma Educação de excelência. Podemos exemplificar por meio dos registros fotográficos a seguir, tendo como referência a reprodução das telas “Abaporu” (1928) de Tarsila do Amaral e “Galo” (1971) de Aldemir Martins:

Apresentamos alguns elementos decisivos capazes de favorecer a organização do trabalho pedagógico de Coordenadores e Professores com vistas ao máximo desenvolvimento a partir da utilização de Materiais/Recursos Didáticos nos espaços educativos formais:

As realizações didáticas e vivências lúdicas contribuem para intervenções pedagógicas afetas às diferentes linguagens e, portanto, são capazes de favorecer o desenvolvimento lógico-matemático e linguístico de escolares de diferentes idades;

Os Recursos Didáticos podem oportunizar às crianças o contato com distintas cores, formas, materiais e brinquedos, cujos temas sejam relacionados ao seu universo;

Os documentos normativos e orientadores, além das recomendações dos Governos Estadual e Federal – e mencionamos, a título de exemplo, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), ao priorizar realizações didáticas educativas referentes aos livros, jogos, brinquedos e brincadeiras;

Os Recursos Didáticos favorecem a proposição de realizações didáticas interdisciplinares, o que possibilita a superação da divisão entre as diversas áreas do conhecimento;

A contribuição dos Materiais/Recursos Didáticos é relevante para a aprendizagem das crianças em processo de letramento e alfabetização.

Quando buscamos discutir a necessidade de maximização do processo de ensino a aprendizagem, importa sinalizar inicialmente a prioridade da instrumentalização da prática docente em todos os níveis de atuação do professor, seja com as crianças da Educação Infantil ou nos diferentes anos do Ensino Fundamental. Essa premissa apresenta como requisito essencial um trabalho de formação docente, uma vez que:

A formação rigorosa, baseada em referencial teórico, deve servir para ensinar e desenvolver não apenas as crianças, mas também o próprio educador. Antes de pensar a necessidade de conteúdos “da” e “para” a criança é necessário apresentar conteúdos para o professor no sentido de que este possa ampliar seu universo cultural […] (CHAVES, 2014, p. 130-131).

Ao considerarmos esses elementos devemos pensar a prática docente respaldada em estudos e reflexões contínuas, para além de propostas esparsas ou desarticuladas com as necessidades concretas de aprendizagem e desenvolvimento dos escolares. Importa pensarmos na imperiosa necessidade de que os Materiais/Recursos Didáticos se pautem no que há de mais elaborado e inovador, tendo em vista o processo de aprendizagem dos escolares, pois “[…] quanto mais ricos e enriquecidos forem os recursos e materiais disponibilizados às crianças, maiores são as possibilidades de potencializar sua capacidade no tocante à memória, atenção, percepção e realizações didáticas” (CHAVES, 2014b, p. 86).

A apreensão da linguagem escrita e verbal, os conceitos matemáticos, conteúdos científicos e as elaborações da cultura humana serão melhor internalizados por adultos e crianças se no cotidiano das salas de aula tivermos à disposição ferramentas de ensino que potencializem o ensino e a aprendizagem. Devemos ter em mente que vivemos e educamos crianças do Século XXI; dessa forma, nossas estratégias de ensino devem ser articuladas com o que de mais elaborado a sociedade acumulou historicamente, assim como devemos compreender a imperiosidade de novas estratégias de ensino.

Luria (1991, p. 39) reafirma essa questão ao enunciar que os conceitos científicos são adquiridos no processo de aprendizagem escolar pela criança, isto é, “esses conceitos se incorporam à consciência da criança como resultado da aprendizagem”. Nesse sentido, Vigotski (2000, p. 241) argumenta que “o desenvolvimento dos conceitos científicos na idade escolar é, antes de tudo, uma questão prática de imensa importância – talvez até primordial – do ponto de vista das tarefas que a escola tem diante de si quando inicia a criança no sistema de conceitos científicos”.

Mukhina (1996, p. 43), afirma que “a experiência social é a fonte do desenvolvimento psíquico da criança; é daí, com o adulto como mediador, que a criança recebe o material com que serão construídas as qualidades psíquicas e as propriedades de sua personalidade”. Em outras palavras, o conhecimento, sistematizado por meio da cultura (material e imaterial), foi elaborado pelas gerações precedentes à medida que os homens transformaram a natureza pela ação criadora e produtiva do trabalho.

De acordo com Mukhina (1996, p. 52), quando o ensino avança, abre caminho para o desenvolvimento psíquico com vista “à formação de determinadas qualidades psíquicas e à transformação de qualidades psíquicas adquiridas anteriormente”. Sendo assim, o conhecimento acumulado pela humanidade, como personagens de telas, das canções, das poesias e histórias pode proporcionar uma aprendizagem que favoreça o trabalho pedagógico de conduzir a conduta e procedimentos escolares em favor da potencialidade humana (CHAVES; LIMA; GIROTTO, 2012).

Nessa perspectiva, a intencionalidade do trabalho nas instituições educativas seria orientada, com estratégias e recursos adequados, para propiciar as condições necessárias que levem as crianças a estágios cada vez mais avançados de aprendizagem e desenvolvimento (CHAVES, 2007).

Nessa vertente e das necessidades que se reafirmam, cotidianamente, no interior dos espaços educativos formais e nas Políticas Públicas voltadas à educação é que devemos considerar o oportuno desenvolvimento de Materiais/Recursos Didáticos capazes de materializar as metas governamentais expressas nos documentos orientadores do Ministério da Educação e dos compromissos internacionais firmados pelo Brasil na seara educacional.

Assim, entendemos oportuno apresentar as possibilidades de trabalho educativo a partir do Material/Recurso Didático nominado PlayMais®. Desenvolvido na Alemanha há mais de 18 anos e presente em 25 países, desde o continente europeu até a América do Norte, como assinalamos, figura enquanto elemento essencial para a consecução dos objetivos de máxima potencialização do processo de ensino de aprendizagem dos escolares, desde a Educação Infantil até os Primeiros Anos do Ensino Fundamental.

Cumpre destacar que o Material/ Recurso Didático PlayMais® atende aos mais avançados conceitos ambientais de sustentabilidade e segurança para os escolares, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental. Desenvolvido a partir da sêmola de milho, é biodegradável, atóxico e utiliza corantes comestíveis, e as granulas, quando umedecidas e unidas, tomam as mais variadas composições, que podem ser maquetes, murais, células e painéis, apenas para citarmos alguns exemplos de possibilidades de sua utilização nos espaços educativos formais.

O que para as crianças de diferentes idades apresenta-se enquanto brinquedo, em razão de suas cores e formas, para os profissionais que atuam nos espaços educativos, direta ou indiretamente, configura-se no que há de mais avançado em termos de Recurso Didático, por sua versatilidade no emprego em diversas áreas do conhecimento e por tornar possível a reapresentação de conteúdos, como descrevemos oportunamente neste Projeto.

Piaget (1975) salienta que, nos estágios do desenvolvimento, as crianças transformam o mundo de maneiras distintas e o estágio operacional formal corresponde à última etapa da cognição e da equilibração das ações. Na acepção deste autor, “Cada estágio constitui, então, pelas estruturas que o definem, uma forma particular de equilíbrio, efetuando-se a evolução mental no sentido de uma equilibração sempre mais completa” (PIAGET, 1975, p. 14). Portanto, os professores podem guiá-las, proporcionando-lhes os materiais apropriados, porém o essencial é que, para que uma criança entenda, deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma permanecerá com ela.

Esses elementos se harmonizam com as proposições do Ministério da Educação quando anuncia que os Materiais/Recursos Didáticos devem, necessariamente, articularem-se com uma perspectiva educacional comprometida com o desenvolvimento humano, formação de cidadãos, respeito à atuação docente enquanto mediador do conhecimento e com a qualidade social da educação (BRASIL, 2013).

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